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sábado, 22 de novembro de 2014

LINDAS E DEVORADORAS



A coisa mais interessante que aprendi sobre plantas carnívoras é que você não pode colocar o dedinho para sentir ou ver  as folhinhas se fecharem. Esta família de carnívoras  ( p.e. Dionaea muscipula ) digere sua “presa”, um mosquito, um bichinho que caia nas suas “garras”,  soltando enzimas que digerem a suposta captura. Se você colocar o dedo, a planta acha que capturou alguma coisa, solta as enzimas e acaba com uma bela indigestão, quase fatal…
Existem outras famílias com processos de captura diferentes: algumas atraem os insetos com cores brilhantes e odores de néctar e glupt, sugam o bichinho, ou eles escorregam por folhas gosmentas e caem em “bolsas” , outros podem ficar presos em caules colantes.
De qualquer modo, são plantas inofensivas aos seres humanos, sua dieta básica é composta por insetos, moluscos e ocasionalmente pequenos vertebrados ( sapos, pássaros e roedores).
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Fonte: Cultivando Elegância
Fotos retiradas da web.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

MINI BROMÉLIAS

A correria da floricultura tem devorado o meu tempo na mesma velocidade da luz. Por isto tenho andado meio distante do nosso blog. Mas, para compensar o atraso, hoje trouxemos para você um post super especial, sobre as belíssimas bromélias cor de fogo! 
As neoregelias são bromélias que vivem nos extratos intermédios das florestas sul americanas e que se caracterizam por terem urna central mais aberta do que a maioria das bromélias de urna, onde acumulam água. Dessa água acumulada emergem as pequenas, delicadas e coloridas flores. 
Grande parte das espécies de neoregelia produz rebentos que, ao contrário da maioria das bromélias, são projetados para longe da planta mãe, como forma de colonizar outras zonas e aproveitar melhor a escassa luz solar disponível na floresta.
As “Neoregelias Mini” caracterizam-se pelo seu tamanho diminuto, não ultrapassando os 15 cm de altura, sendo a mais pequena a N. liliputiana, com um tamanho máximo de cerca de 5 cm. São, por isso, muito apreciadas por herpetologistas para decorar terrários e pelos orquidófilos, por serem plantas que têm necessidades básicas semelhantes a grande parte das orquídeas tropicais existentes no nosso mercado, e, em geral, por aqueles amantes das plantas que não dispõem de muito espaço para os seus exemplares.
São plantas resistentes, que gostam de luz velada, substrato permeável e umidade ambiente. Elas são relativamente tolerantes ao frio, até um mínimo de cerca de 8 graus centígrados.
Sugere-se a montagem destas plantas em troncos ou cortiça, utilizando como substrato o musgo. Não necessitam de muito substrato, uma vez que o sistema radicular quase só serve para fixação. Devem ser borrifadas e regadas para dentro da urna, até transbordar.
Fique com a beleza das neoregelias e tenha um final de semana surpreendente! 
Até segunda,se Deus quiser!

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

ILUSÃO DE ÓTICA

Perceba a delicadeza e riqueza dos detalhes
que a natureza foi capaz de produziu
só para encantar você!
Sinta-se um ser privilegiado!
 
 
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sábado, 31 de maio de 2014

ROSA DO DESERTO

Bom dia a todos! Hoje está um friozinho super gostoso em Belo Horizonte! E, conforme eu havia prometido, aproveitei esse tempinho bom para formatar este post sobre a "Rosa do Deserto" - Adenium Obesum -, uma das mais belas flores do mundo. Originária do Sul da África, a Rosa do Deserto é hoje uma das plantas cada vez mais procurada para ser cultivada no Brasil. Aprenda aqui as principais características do seu cultivo.
 
 
AMBIENTE IDEAL
Local ensolarado, cheio de sol e temperatura mínima de 10 ° C. Trate-o semelhante aos cactos. A Rosa do Deserto, como o próprio nome sugere, se adapta muito bem às condições de baixa umidade.

REGA
Água deve ser usada com moderação.
A Rosa do deserto aprecia água neutra, a água ácida pode causar apodrecimento de suas raízes.
O excesso de água mesmo no verão pode causar apodrecimento das raízes, matando gradativamente a planta.
Mantenha a areia ou a terra sempre úmida, porém sem encharcar.
Não é necessário regar todos os dias, somente quando a areia ou a terra em cima do vaso secar.


ADUBAÇÃO:
Uma adubação com um bom fertilizante orgânico é necessário a fim de alcançar um bom diâmetro de tronco e promover uma floração abundante. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes. Nunca aplique o fertilizante, quando o substrato estiver completamente seco. Sempre regue antes, isso evita a queimadura das raízes e a queda de folhas . 

VASOS
Use sempre os potes ou bacias de cerâmica rasa com excelente drenagem. Há vasos com formas especiais para a criação da flor do deserto.


PREPARAÇÃO DO VASO
Quando for replantar a sua Rosa do Deserto o vaso novo nunca pode ser muito maior do que o que ela está plantada. O aumento ideal é de 50 %, mas sempre com a característica da forma de bacia bem rasa. No vaso profundo a rosa do deserto fica alta e não cria sua maior característica, que é o tronco bem largo e em forma de barril. O vaso no formato de bacia faz que as raízes se espalhem radialmente, criando um belo nebari (base), com raízes bem grossas e bem formadas.
Coloque no fundo pedras, e tela plástica para que as raizes não cheguem a sair do vaso, daí cubra com um pouco de areia, depois ponha humus de minhoca e plante a Rosa com uma mistura de areia grossa e terra enchendo até a borda.
(OBS pode ser 2/3 de areia grossa com 1/3 de substrato misturado). 
A troca do vaso deve ser durante á primavera ou no verão.


CULTIVO

Broto com 20 dias de formação.

A Rosa do deserto pode ser cultivada por sementes ou estacas . Os troncos grossos com a característica parecida com os grandes Baobás, só podem ser obtidos através do cultivo de sementes. Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta.  Use luvas nas podas e manuseio da planta pois sua seiva é altamente tóxica.




Foto da semente da rosa do deserto. Ela deve ser plantada deitada, pois a brotação precisa desta posição de contato com a terra para acontecer.




 
FLORAÇÃO
As florações da rosa do deserto podem ser obtidas em plantas jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira.
As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas.

Á Rosa do Deserto é realmente uma flor única. Se você gostou, compartilhe. Tenha um ótimo final de semana. Bjs.
 
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Fonte: Aido Bonsai


sexta-feira, 23 de maio de 2014

ÁRVORES ALIENÍGENAS

Estranheza, curiosidade, encantamento... Palavras que tentam descrever nossa sensação diante dessa árvore tão exótica, conhecida como Sangue de Dragão…  Vista de baixo ela se parece com um disco voador, pairando sobre a paisagem… Olhando de cima ela tem a aparência de um cogumelo gigante. E esta árvore existe somente na ilha de Socotra, na África!
Observando a natureza dessa ilha, você poderia facilmente pensar que foi teletransportado para outro planeta, conheça um pouco da história dessa ilha e por que sua biodiversidade é única:
Há 10 milhões de anos, Socotra não era uma ilha. Seus 3.600 quilômetros quadrados estavam colados na África e faziam parte da atual Somália. De lá pra cá o nível do mar subiu e ela ficou isolada no Oceano Índico.
Descrita como a paisagem mais alienígena da face da terra, Socotra é um pequeno arquipélago no Oceano Índico mais exatamente no Mar da Arábia, a cerca de 230 km a leste da costa da Somália, composto de 4 ilhas e pertencente ao Iemen do Sul que com suas árvores estranhas, suas aves e suas praias sem hotéis ou turistas passa a maior parte do ano isolada do resto do mundo. O grande isolamento geológico do arquipélago, o intenso calor e a falta de água contribuíam para a formação de uma interessante flora endémica (sem semelhança em outra parte do planeta) muito vulnerável às mudanças, pelo menos 1/3 das espécies existentes em Socotra são endêmicas. Botânicos classificam a flora de Socotra entre as dez mais ameaçadas de extinção no mundo. Uma das mais estranhas plantas desse arquipélago é a Cinnabari Dracaena Socotra, esse guarda-chuva de aparência estranha em forma de árvore, mais conhecida como "Sangue de Dragão", cuja seiva avermelhada era muito disputada na antiguidade para ser usada na medicina ou na tinturaria. Com todos os méritos é considerado um Patrimônio da Humanidade.

Enquanto rinocerontes acabaram com a vegetação costeira em terra firme, a flora da ilha sobreviveu às mudanças ambientais. As espécies mais resistentes ao clima semi-árido, com ventos de até 43 quilômetros por hora, transformaram Socotra em um dos maiores celeiros de espécies endêmicas – aquelas que só crescem em um lugar – em todo o mundo.
São quase 300 plantas que só existem ali, por isso a ilha está nos planos da ONU, para estudo do potencial econômico de sua biodiversidade.
A sangue-de-dragão é a planta que mais se espalhou pela ilha de Socotra. Ela é uma das poucas espécies sobreviventes da flora que desapareceu do continente. Esta árvore pode atingir cinco metros de altura e o seu nome está ligado à resina de cor vermelho vivo chamada cinábrio, extraída das folhas e das cascas do tronco e dos galhos:
A população local usa essa substância para tingir lã e também como antiséptico bucal, matéria-prima para fazer batom e remédio para dor de estômago, desinteria e queimaduras.
Outra planta famosa dessa ilha são as Rosas do Deserto, uma planta super exótica e que encanta até quem não gosta tanto de plantas.
Se você se encantou com mais essa joia da biodiversidade da mãe terra, não se preocupe! Em breve publicaremos uma nota sobre as Rosas do Deserto aqui em nosso Blog.

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Fonte Terra Viva.