Faça um terrário
aberto para renovar a decoração de sua casa. Este terrário pode ficar
tanto dentro quanto fora de seu lar. Os terrários abertos podem ter o estilo e
os elementos decorativos que você desejar.
MATERIAL NECESSÁRIO
• Recipiente
grande de vidro, com o tamanho, o estilo, a cor de sua preferência;
• Areias
coloridas, com as cores de sua preferência;
• Pedras
diversas de sua preferência;
• Palitos de
madeira;
• Musgos;
• Funil
grande;
• Enfeites de
sua preferência para decorar a sua peça;
• Plantinhas
de sua preferência, como suculentas e cactus, por exemplo;
• Terra vegetal.
PASSO-A-PASSO
Comece separando todos os materiais que você vai utilizar no seu terrário. Depois forre o fundo do recipiente de vidro escolhido com as areias coloridas, formando uma camada generosa e com a combinação de cores que você desejar. Lembrando que cores mais suaves tendem a acalmar e cores mais vibrantes tendem a alegrar todo o ambiente. Por cima da areia colorida comece a posicionar os pedriscos, e de preferência as pedras maiores que foram escolhidas.
SEGUNDO PASSO
Em seguida, jogue a terra escolhida por cima das pedras que foram posicionadas dentro do recipiente de vidro.
TERCEIRO PASSO
Logo após, comece a posicionar os musgos e as plantinhas de sua preferência que foram escolhidas. Utilize palitos de madeira para facilitar o seu trabalho de posicionar as plantas dentro do recipiente.
ÚLTIMO PASSO
Agora, coloque mais areia ou pedriscos para fazer a cobertura e dar acabamento ao seu terrário.
E, para finalizar a sua peça, decore o seu terrário com os enfeites da sua preferência. E está pronto! Lembrando que você deve regar o seu terrário de acordo com a necessidade das plantas escolhidas.
A correria da floricultura tem devorado o meu tempo na mesma velocidade da luz. Por isto tenho andado meio distante do nosso blog. Mas, para compensar o atraso, hoje trouxemos para você um post super especial, sobre as belíssimas bromélias cor de fogo!
As neoregelias são bromélias que vivem
nos extratos intermédios das florestas sul americanas e que se caracterizam por terem urna central mais aberta do que a maioria das bromélias de
urna, onde acumulam água. Dessa água
acumulada emergem as pequenas, delicadas e coloridas flores.
Grande parte das espécies de neoregelia produz
rebentos que, ao contrário da maioria das bromélias, são projetados para longe da planta mãe, como forma de colonizar outras zonas e
aproveitar melhor a escassa luz solar disponível na floresta.
As “Neoregelias Mini” caracterizam-se pelo seu tamanho diminuto, não ultrapassando os 15 cm de altura, sendo a mais pequena a N. liliputiana, com um tamanho máximo de cerca de 5 cm. São, por isso, muito apreciadas por herpetologistas para decorar terrários e pelos orquidófilos, por serem plantas que têm necessidades básicas semelhantes a grande parte das orquídeas tropicais existentes no nosso mercado, e, em geral, por aqueles amantes das plantas que não dispõem de muito espaço para os seus exemplares.
São plantas resistentes, que gostam de luz velada, substrato
permeável e umidade ambiente. Elas são relativamente tolerantes ao frio, até um
mínimo de cerca de 8 graus centígrados.
Sugere-se a montagem destas plantas em troncos ou cortiça,
utilizando como substrato o musgo. Não necessitam de
muito substrato, uma vez que o sistema radicular quase só serve para fixação.
Devem ser borrifadas e regadas para dentro da urna, até transbordar.
Fique com a beleza das neoregelias e tenha um final de semana surpreendente!
As suculentas são espécies extremamente resistentes, suportam sol e chuva, pouca ventilação, baixa luminosidade e ainda podem dividir a mesma terra com outras plantas. Confira aqui algumas sugestões de como utilizá-las de forma criativa na decoração da sua casa ou escritório.
Na mesa de centro, desta sala, o globo transparente chama atenção com um microjardim de cactos e suculentas. Montagem da designer de jardim Caroline Saccab Haddad Zakka. Ela usou uma base de areia preta para encaixar os vasinhos plásticos.
O principal atrativo deste terraço são as plantas, ou melhor, o painel de madeira ripada, no qual vasinhos de suculentas são dispostos aleatoriamente. E o mais bacana desta proposta da paisagista Paula Galbi é justamente a possibilidade de mudar os vasos de lugar sem a menor dificuldade. Basta deslocar a base de madeira e encaixar em noutro ponto do painel. Fácil, não!
Aqui duas suculentas em caixas de vidro provam que, até no lavabo, é possível ter plantas. Na bancada, elas dividem a área com perfumeiros. Sugestão da paisagista Drica Diogo.
Esta linda mesa de madeira ganhou um conjunto de
suculentas, cactos e ripsális. Por necessitarem de cuidados mínimos – água uma
vez por semana –, são fáceis de manter.
Este tacho de suculentas é mais uma ótima sugestão para quem não tem muito tempo para cuidar das plantas, mas que fazem questão de ter um pouco de verde por perto.
Para incrementar a decoração da sala
de jantar, as taças ganharam mini-suculentas e espadinhas. A montagem das
plantas em miniatura ficou a cargo da Anni Verdi. Elas resistem bem ao novo
habitat se receberem água uma vez por semana. É só ter cuidado para não encharcar a
terra.
Aqui está outra composição bem despojada, em que a dona da casa lançou mão daquilo que estava ao seu alcance: chaleira antiga, panelas inutilizadas, canecos e cacarecos; tudo para cultivar suculentas e cactus. É isso aí, pessoal! Sustentabilidade no sentido mais puro da palavra.
Este corredor, em frente à sala de jantar, chamava
pouca atenção... Até que, um belo dia... A moradora ter a ideia de instalar os vasinhos com suculentas.
Echevéria, ripsális e dedo-de-moça são algumas das espécies. As peças em forma
de meia-lua quebram os 4 m de altura do muro de concreto - Projeto da paisagista
Paula Magaldi.
A varanda do apartamento da arquiteta Beatriz
Quinelato tem um aparador rústico que serve de apoio para esta linda bandeja de madeira de demolição
com suculentas e cactos.
Ao lado do aparador, os três vasos com bálsamo
estão em um dos recortes no piso de madeira, acomodados em pedriscos. Esse tipo
de suculenta é ideal para varandas, pois precisa de pouca água. No verão, deve
ser regado a cada dez dias; já no inverno, quinzenalmente - Projeto do
paisagista Odilon Claro.
Cultivada em vasos de barro e floreiras de
plástico, a coleção de suculentas tem mais de 15 anos e contorna os fundos da
casa de Suzanne Seymour Burt.
Parece até miragem, mas este jardim fica na cobertura
de um apartamento. O espaço tem vasos
com suculentas, em frente à bancada da churrasqueira. Projeto da paisagista Paula Magaldi.
Nesta cobertura de São Paulo o paisagista Rodrigo Oliveira sugeriu uma bandeja de madeira de demolição, cheia de suculentas, para decorar a mesa de vidro.
Dispostos nas prateleiras, os vasos com as
espécies aromáticas estão à altura da mão na hora da culinária, mas receberam a
companhia de plantas decorativas, como as suculentas, que trouxeram todo o seu frescor
ao espaço onde a família se reúne para as refeições.
Resistente e prática, a suculenta vive com
pouca luminosidade e rega controlada. Neste aparador foram utilizados compoteiras, porta-mantimentos, tampas e terrários como vasos. Projeto do paisagista Odilon Claro.
Gostou das sugestões. Pois então! Agora é só usar a sua criatividade e levar as belas suculentas para o aconchego do seu lar.
Nos anos 70, quando iniciei minha trajetória estudantil, as professoras de educação artística ensinavam a garotada a reproduzir os inspiradores jardins japoneses em pequenos mini-jardins. Foi-se o tempo dos trabalhinhos forçados e, novamente, me vejo com a mão na terra, refazendo estas pequenas ilhas da fantasia.
Montar um terrário e acompanhar o seu desenvolvimento é uma experiência divertida e, sobretudo, instrutiva, pois você tem a chance de reproduzir alguns fenômenos naturais numa escala também mini.
Terrários duram em média de 6 a 12 meses. Para tanto, precisam ser irrigados regularmente e receber calor e luz natural pelo menos uma vez por semana. Você pode montá-los em quase todos os tipos de base: vidro, cerâmica, barro, madeira, etc. Depende basicamente da imaginação do artista e da disponibilidade da matéria-prima. Então vamos ao trabalho!
Material necessário
- 1 aquário ou cachepot do formato desejado; - Terra adubada; - Pedriscos; - Musgo, cascas de pinos, galhos secos. - Argila expandida, brita zero ou areia grossa para camada drenante; - Mudas variadas de plantas pequenas – Procure espécies com as mesmas características. Assim você evita o crescimento desordenado e o risco de substituição precoce. - Peça decorativas (vasinhos, torô, sapinho, tartaruga, etc.) - Pazinha, borrifador, podão ou tesoura; - Manta bidim - Água, de preferência com um pouco de sulfato de cobre para alimentar raízes e evitar fungos e bactérias.
Passo-a-passo Comece preenchendo o cahcepot com argila expandida ou brita para drenar o excesso de água e evitar o apodrecimento das raízes. Cubra essa camada drenante com a manta bidim. Complete o recipiente com a terra vegetal até atingir a altura necessária para o plantio das mudinhas. Antes de iniciar o plantio, distribua todas as plantas dentro do espaço para definir a melhor disposição espécies. Determinadas as posições, preencha os espaços vazios com o restante da terra. Molhe a terra para hidratar as plantinhas.
Concluído o plantio, é hora de deixar fluir toda a sua criatividade nos detalhes finais. Comece distribuindo pedriscos, cascas de madeira, musgos, objetos decorativos, etc. Você pode fazer um caminho com pedrinhas coloridas. Por fim, acrescente os galhinhos secos para criar espaços positivos e negativos, e uma volumetria mais realista.
Wow! Está pronto! Agora é só apreciar o seu mini mundo.
CUIDADOS BÁSICOS
Cada planta tem preferência por um tipo de solo. Assim, se você plantar uma espécie vegetal num solo que não lhe agrada, ela certamente morrerá. Essa é a primeira lição que a natureza nos dá. Para que os bichinhos e as plantas do seu terrário vivam por bastante tempo, fique atento a qualquer mudança. Achar o ponto de equilíbrio entre o ambiente e os seres vivos: isto é uma lição de Ciência!
ECOSSISTEMA NATURAL
“Um terrário nada mais é do que um ecossistema numa escala reduzida. Para preservá-lo, o grande desafio consiste em distribuir no interior desse miniviveiro plantas e animais na exata proporção de seu tamanho e impacto ambiental – isto é, encontrar o ponto de equilíbrio ecológico entre os fenômenos de evaporação, condensação, impermeabilização de materiais, camadas do solo, necessidades dos vegetais e fotossíntese. Se uma espécie vegetal começar a murchar, é sinal de que não está se adaptando a esse microssistema. O mesmo acontece com os insetos que permanecem imóveis.”
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